Divagações
soto-noturnas
Neusimar

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Ninguém velou a morte do amor Do amor que morreu sozinho como sempre viveu Ninguém ali deixando uma flor Em homenagem ao amor. Só eu E apenas eu a lamentar a perda Do recém nascido e nati-morto amor Secando a lágrima com a mão esquerda E com a direita escondendo a dor Viveu apenas um verão. Pintou de azul E demais cores do arco-íris Os mares que lhe ofertei Rendo homenagem a essa fugidia ilusão E dele (do amor) me despeço com as flores que plantei Mas que, vejo, renascem em outro coração. |
| Ponto
de interrogação |
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| Divagações
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Promessa
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Streap
Tease |