Homenagem à admiravel poeta  portuguesa, 
sophia de mello andresen,
falecida em 02/07/2004

.

.

 

"Se todo o ser ao vento abandonamos
E sem medo nem dó nos destruímos,
Se morremos em tudo o que sentimos
E podemos cantar, é porque estamos
Nus em sangue, embalando a própria dor
Em frente às madrugadas do amor.
Quando a manhã brilhar refloriremos
E a alma possuirá esse esplendor
Prometido nas formas que perdemos."
           Sophia de Mello Andresen

Ficam teus versos, poeta, legado maior que ofertaste ao mundo. Ficam tuas palavras e  através delas permanecerás viva nos dias que virão e nas  "tardes inertes que morrem nos jardins" 

Maricell