Pobre
poeta que semeias versos
Que
do universo fazes teu cantar
Que
falas sobre o amor e a
alegria
Por
mais que no coração haja
o chorar.
Pobre
de ti, poeta, que em
lamentos
Clamas
aos céus, gritas ao vento
Palavras
de amor e de sofrer.
Pobre
poeta, que em meio à
tempestade
Enxuga
os olhos a lagrimar saudades
Seguindo
em frente, buscando o que é
viver.
Pobre
poeta de palavras tristes
Que
de amores vive a padecer
Sequer
sabendo porque na vida insiste
Pobre
poeta que nem sabe o que é
morrer...
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